Curioso,
tímido e excelente companheiro
Este
curioso roedor e companheiro das crianças é uma ótima opção
de animal de estimação. Com um temperamento sociável e de fácil
manejo, o Porquinho-da-Índia é um pet que tem sucesso
garantido.
Em relação a outros roedores, o Porquinho-da-Índia leva vantagem por ser mais lento e portanto mais fácil de ser encontrado e apanhado.
Embora aprecie uma sonequinha, o porquinho sempre estará disposto a um passeio ou brincadeira.
Ele se adapta bem ao ser humano se acostumado desde pequeno, aceitando bem o cativeiro. Raramente morde, a não ser que se sinta ameaçado.
O Porquinho-da-Índia se alimenta com comida de coelho em pelotas (peletizada), feno, ou capim, legumes (exceto o alface, que pode causar diarréia) e frutas frescas. Brócolis e couve-flor são legumes maravilhosos por causa da alta quantidade de vitamina C.
Comidas novas devem ser apresentadas aos poucos, uma de cada vez, para se ter certeza que o porquinho não terá uma reação ruim a elas.
O macho chega a pesar entre 1 kg e 1,2 kg e a medir 25 cm quando adulto. Já as fêmeas são mais leves, com aproximadamente 20 cm de comprimento e entre 800 e 900 g de peso.
O Porquinho-da-Índia vive, em média, quatro anos. Para o primeiro acasalamento, se recomenda que o macho tenha de três a quatro meses e as fêmeas de três a sete meses. Jamais depois de sete meses. O período de gestação é de 59 a 72 dias, sendo a média de 62 dias.
A fêmea do Porquinho-da-Índia tem, em média, de dois a três filhotes. O tamanho ao nascer é de 7,62cm. A idade ideal para o desmame é de 3 semanas.
Em relação a outros roedores, o Porquinho-da-Índia leva vantagem por ser mais lento e portanto mais fácil de ser encontrado e apanhado.
Embora aprecie uma sonequinha, o porquinho sempre estará disposto a um passeio ou brincadeira.
Ele se adapta bem ao ser humano se acostumado desde pequeno, aceitando bem o cativeiro. Raramente morde, a não ser que se sinta ameaçado.
O Porquinho-da-Índia se alimenta com comida de coelho em pelotas (peletizada), feno, ou capim, legumes (exceto o alface, que pode causar diarréia) e frutas frescas. Brócolis e couve-flor são legumes maravilhosos por causa da alta quantidade de vitamina C.
Comidas novas devem ser apresentadas aos poucos, uma de cada vez, para se ter certeza que o porquinho não terá uma reação ruim a elas.
O macho chega a pesar entre 1 kg e 1,2 kg e a medir 25 cm quando adulto. Já as fêmeas são mais leves, com aproximadamente 20 cm de comprimento e entre 800 e 900 g de peso.
O Porquinho-da-Índia vive, em média, quatro anos. Para o primeiro acasalamento, se recomenda que o macho tenha de três a quatro meses e as fêmeas de três a sete meses. Jamais depois de sete meses. O período de gestação é de 59 a 72 dias, sendo a média de 62 dias.
A fêmea do Porquinho-da-Índia tem, em média, de dois a três filhotes. O tamanho ao nascer é de 7,62cm. A idade ideal para o desmame é de 3 semanas.
Origem
e História
Um
erro de navegação é o responsável pelo nome
Porquinho-da-Índia.No século XVI, quando os navegadores espanhóis buscavam um novo caminho para as Índias, em busca de especiarias, aportaram por engano em terras sul-americanas, mais exatamente no atual Peru.
Após provarem "churrascos" de um certo animalzinho que os nativos conheciam por Cuí
(e assim o chamam até hoje por causa dos seus gritos curtos, semelhantes ao som emitido pelos porcos), simpatizaram com ele e o adotaram como mascote.
Voltaram para o velho continente com vários deles nas malas e um nome equivocado: Porquinho-da-Índia.
Logo após a chegada à Espanha, os "Porquinhos-da-Índia" peruanos se transformaram em moda e se espalharam por toda a Europa e o "Novo Mundo", não mais como alimentação, como eram e ainda são utilizados no Peru, mas como animais de estimação.
Michael Schleissner, um aficcionado criador alemão de Porquinhos há 32 anos, esclarece:
"Existe uma teoria de que tal nome lhe foi atribuído porque os navegantes (agora ingleses), ao retornarem da América do Sul trazendo o mascote predileto da Europa, paravam na Guiné, um país da costa africana. Ao saber da parada, as pessoas achavam que o bichinho vinha da Guiné, e não do Peru. E ele continua: "Outros atribuem o nome Porco-da-Guiné ao preço que era cobrado pelos marinheiros ingleses pelos bichinhos, um Guinea, uma moeda de ouro muito utilizada na época".
do Saude Animal
-
NOME COMUM: Preá ou porquinho da índia
-
NOME CIENTÍFICO: Cavia aperea
-
ORDEM: Rodentia
-
NOME EM INGLÊS: guinea pigs
-
FAMÍLIA: Cavidae
-
GÊNERO: Cavia
-
ESPÉCIE:
Cavia porcellus
Cavia aperea
Cavia cobaio -
PESO AO NASCER: 75 a 100 gramas
-
TAMANHO: de 25 a 30 cm quando adultos.
-
PESO ADULTO: variando entre 800 g e 1,5 Kg.
-
ORIGEM: regiões sul e sudeste do Brasil, Argentina e Paraguai.
-
HÁBITOS: basicamente noturnos.
O
porquinho-da-índia doméstico tem origem desconhecida.
Acredita-se que tenha sido domesticado na América
do Sul desde os tempos pré-incas. Foram levados
para Europa no século XVI, e durante os quatro
séculos seguintes foram conservados na maioria
dos países europeus e América do Norte
como animais domésticos e foram usados como
alimento nos países Mediterrâneos e na
América do Norte.
Na
América do Sul são encontrados na Colômbia,
Venezuela, norte da Argentina. Já no Brasil
ele é encontrado em vários Estados,
principalmente no Nordeste.
Os
porquinhos-da-índia são animais rústicos
e muito resistentes, adaptando-se bem sob diversas
condições climáticas e vivem
de acordo com o habitat em que se encontram. São
bastante tímidos e ariscos e quando afugentados
correm aos pulinhos emitando pequeninos gritinhos
ou guinchos.
A
carne apresenta sabor agradável, sendo considerada
de boa qualidade para consumo. Sua composição
é bastante próxima ou quase superior
a outros tipos de carnes, como as de bois, frangos,
porcos etc. É uma carne magra, com baixo teor
de gordura - inferior à do frango.
Estes
animais são muito utilizados para a alimentação,
principalmente nos países da América
do Sul e, por sua pele e pêlo serem muito parecidos
com o do homem, os porquinhos-da-índia também
são utilizados em laboratórios cosméticos
para vários tipos de xampus, tintas para cabelos,
perfumes etc.
Além
disso, os porquinhos-da-índia são utilizados
para experiências em laboratórios e biotérios
como comprovadores de eficácia de produtos
biológicos, tais como soros, vacinas e, como
detectores da toxicidade de ervas e forrageiras.Características
- maturidade sexual ................................................................ 55 a 90 dias
- período de gestação ............................................................. 59 a 75 dias (média 68 dias)
- ciclo menstrual ......................................................................12 a 18 dias
- duração do cio .......................................................................6 a 11 dias
- retorno do cio pós-parto .......................................................6 a 8 dias
- época de cruzamento ............................................................ano todo
- idade mínima para acasalamento ........................................12 semanas
- peso no nascimento ..............................................................60 a 100 gramas
- peso do adulto .......................................................................500 a 600 gramas
- peso máximo alcançado .......................................................1,5 kg
- tamanho quando adulto ........................................................25 a 30 cm
- quantidade de crias por ninhada ..........................................média 2 a 3
- idade de desmama ................................................................14 a 20 dias
- início da alimentação sólida .................................................1 a 5 dias
- vida útil da fêmea .................................................................2 a 4 anos
- vida útil do macho .................................................................4 anos
- freqüência respiratória .........................................................69 a 104 por minuto
- batimentos cardíacos ............................................................260 a 400 por minuto
- média de pressão sangüínea ................................................81 a 90 mm
- temperatura corporal ...........................................................38,5º C
- leucócitos ..............................................................................10.000/mm3
- hemáceas ..............................................................................4,5 a 7 milhões por mm3
- hematócrito ...........................................................................42%
- hemoglobina ..........................................................................12,35%
Alimentação
A alimentação desses animais é constituída basicamente de verduras, capins, raízes, sementes, tubérculos, Alcon Club Roedores - Alimento Extrusado e Alcon Club Roedores - Frutas e Legumes . É importante fazer a suplementação vitamínica com Labcon Roevit .
DOENÇAS
Os
porquinhos-da-índia são animais resistentes
às doenças porém, é muito importante
fazer exame periódico verificando o aspecto e a sanidade
dos animais. Muitas das doenças provem do manejo
errado: da falta de higiene nos alojamentos, superpopulação,
ambientes com pouca ventilação ou temperaturas
elevadas, correntes de ar e ainda alimentação
inadequada. A
melhor prevenção é conservando as instalações
limpas, bem ventiladas e fazer a verificação
periódica nos animais, afastando também certos
males como piolho, sarna e vermes. Não esquecer de
colocar em quarentena qualquer novo animal introduzido na
criação e manter uma alimentação
fresca e balanceada. Normalmente
quando o animal está doente ele se torna triste e
seus pêlos ficam secos e arrepiados. Dentre as enfermidades
que podem eventualmente aparecer numa criação
estão as seguintes:
BACTERIANAS
1
- Salmonelose: produzida pela Salmonella thyphimurium
(a mais comum, ainda que também por outros tipos
de Salmonella com sintomatologia muito similar). É
uma enfermidade que se difunde rapidamente produzindo alta
mortalidade, principalmente para os animais em crescimento.
É provavelmente a mais letal de todas as enfermidades
dos porquinhos-da-índia.
2 - Pseudo tuberculose: Produzida pela P. pseudo tuberculosis. É uma enfermidade crônica caracterizada por nódulos sebosos, especialmente nódulos linfáticos e vísceras. Geralmente é contraída pela boca. As lesões individuais iniciam-se com pequenos focos necróticos que vão aumentando de tamanho até sobressaírem na superfície do órgão ou glândula e quando cortados apresentam um pus fluido, espesso e cremoso.
3 - Pneumonia: Enfermidade respiratória causada por bactérias, provavelmente a mais comum, principalmente em se tratando dos porquinhos-da-índia de laboratório. Produzida pela Klebsilla pneumaniae, Pasteurella Multocida, Bordetella bronchiseptica, Streptococcus pyogenes e pneumonice. Os sintomas são espirros, olhos lacrimejantes, tosse, além do decaimento do animal. É uma enfermidade contagiosa, sendo necessária a separação dos animais afetados e às vezes até a destruição da colônia e um recomeço com um novo grupo de animais.
4 - Abscessos subcutâneos: Enfermidades também comuns nos porquinhos-da-índia, causadas por qualquer um dos variados gêneros de bactérias. 5 - Linfoadenite cervical: Também bastante comum, é causada pelo Streptobacillus moniliformes ou Streptococcus.
VIRAIS
2 - Pseudo tuberculose: Produzida pela P. pseudo tuberculosis. É uma enfermidade crônica caracterizada por nódulos sebosos, especialmente nódulos linfáticos e vísceras. Geralmente é contraída pela boca. As lesões individuais iniciam-se com pequenos focos necróticos que vão aumentando de tamanho até sobressaírem na superfície do órgão ou glândula e quando cortados apresentam um pus fluido, espesso e cremoso.
3 - Pneumonia: Enfermidade respiratória causada por bactérias, provavelmente a mais comum, principalmente em se tratando dos porquinhos-da-índia de laboratório. Produzida pela Klebsilla pneumaniae, Pasteurella Multocida, Bordetella bronchiseptica, Streptococcus pyogenes e pneumonice. Os sintomas são espirros, olhos lacrimejantes, tosse, além do decaimento do animal. É uma enfermidade contagiosa, sendo necessária a separação dos animais afetados e às vezes até a destruição da colônia e um recomeço com um novo grupo de animais.
4 - Abscessos subcutâneos: Enfermidades também comuns nos porquinhos-da-índia, causadas por qualquer um dos variados gêneros de bactérias. 5 - Linfoadenite cervical: Também bastante comum, é causada pelo Streptobacillus moniliformes ou Streptococcus.
VIRAIS
1
- Adenite Salival: Inflamação e irritação
das glândulas salivares, também conhecida como
parotidite. A enfermidade é simples e o animal se
recupera completamente entre 7 e 14 dias.
2 - Coreomeningite: Raramente ocorre em porquinhos-da-índia.
3 - Paralisia Infecciosa: Debilidade e paralisia gradual das extremidades, especialmente dos membros traseiros, podendo-se também paralisar a bexiga.
4 - Miosite Infecciosa: Inflamação e edema nas patas traseiras. Não se sabe ao certo qual o vírus que a produz, podendo ser de origem dietética ou hereditária.
PARASITÁRIAS
2 - Coreomeningite: Raramente ocorre em porquinhos-da-índia.
3 - Paralisia Infecciosa: Debilidade e paralisia gradual das extremidades, especialmente dos membros traseiros, podendo-se também paralisar a bexiga.
4 - Miosite Infecciosa: Inflamação e edema nas patas traseiras. Não se sabe ao certo qual o vírus que a produz, podendo ser de origem dietética ou hereditária.
PARASITÁRIAS
Nos
porquinhos-da-índia é muito difícil
o aparecimento de parasitos internos, mesmo para os animais
domésticos, geralmente criados no chão. Já
os ectoparasitos, ou seja, parasitos externos, são
encontrados com facilidade inclusive em animais de laboratório.
ENTRE
OS MAIS COMUNS ESTÃO:
1 - Piolhos - Vivem sobre as escamas da pele, causando irritações consideráveis. Geralmente aglomeram-se ao redor das orelhas e ocasionam áreas peladas em conseqüência das picadas. É muito difícil a eliminação completa dos piolhos, mas são controlados através de submersão e pulverização com inseticidas apropriados.
2 - Ácaros e insetos: Os animais criados em laboratórios raramente são infestados por ácaros. Porém quando a criação é doméstica os porquinhos-da-índia estão mais propensos ao ataque dos parasitas. O controle é fácil e realizado através de submersão e pulverização em solução sarnicida e inseticida, as quais, se usadas em dosagem correta, não provocam nenhum tipo de toxidade aos animais.
CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS
1 - Coccideose: Os protozoários vivem no intestino e aí se reproduzem com velocidade, matando células epiteliais e deixando uma superfície ulcerada, inchada e sangrando, não permitindo que o intestino funcione normalmente.
Os animais recuperados normalmente são imunes, mas são portadores e a transmissão se dá pelas fezes de outros animais da mesma espécie.
CAUSADOS POR FUNGOS
1 - Mucormicose: Um mofo concentrado sobre o feno e ferragem. Os únicos sintomas geralmente observados são causados por infecção dos nódulos linfáticos do mesentério pelo fungo, dando origem a uma grande massa benigna no abdome.
CARÊNCIAS
1 - Escorbuto: é a deficiência da Vitamina C. O escorbuto provoca um transtorno no tecido conjuntivo produzindo hemorragias, especialmente ao redor das costelas e articulações, assim como rigidez nas partes traseiras com inflamação e hemorragia na planta das patas. Os principais sintomas são dificuldade para andar, perda de peso constante e pêlo sem brilho. Com o tempo aparecem articulações inflamadas e gengivas sangrando ao redor dos dentes soltos.
Reprodução Com dois a três meses de idade esse animal já está apto a se reproduzir, por isso, é conveniente separar os sexos na época da desmama. Para o macho, o ideal é iniciar a idade reprodutiva com oito meses de idade e para a fêmea a partir dos cinco meses.
O cio do porquinho-da-índia dura entre seis e onze dias. Quando ocorre o cruzamento, a fêmea entrará num período de gestação média de 68 dias. Quando os filhotes nascem (média de 2 a 3), a fêmea pode novamente entrar no cio em seis a oito horas após o parto. No período de gestação é muito importante tomar cuidado com as fêmeas, evitando o seu manuseio. Pode ocorrer ocasionalmente partos prematuros onde a fêmea venha a perder parte ou todos os filhotes. Isto pode ocorrer por vários fatores, veja a seguir alguns deles:
1 - Piolhos - Vivem sobre as escamas da pele, causando irritações consideráveis. Geralmente aglomeram-se ao redor das orelhas e ocasionam áreas peladas em conseqüência das picadas. É muito difícil a eliminação completa dos piolhos, mas são controlados através de submersão e pulverização com inseticidas apropriados.
2 - Ácaros e insetos: Os animais criados em laboratórios raramente são infestados por ácaros. Porém quando a criação é doméstica os porquinhos-da-índia estão mais propensos ao ataque dos parasitas. O controle é fácil e realizado através de submersão e pulverização em solução sarnicida e inseticida, as quais, se usadas em dosagem correta, não provocam nenhum tipo de toxidade aos animais.
CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS
1 - Coccideose: Os protozoários vivem no intestino e aí se reproduzem com velocidade, matando células epiteliais e deixando uma superfície ulcerada, inchada e sangrando, não permitindo que o intestino funcione normalmente.
Os animais recuperados normalmente são imunes, mas são portadores e a transmissão se dá pelas fezes de outros animais da mesma espécie.
CAUSADOS POR FUNGOS
1 - Mucormicose: Um mofo concentrado sobre o feno e ferragem. Os únicos sintomas geralmente observados são causados por infecção dos nódulos linfáticos do mesentério pelo fungo, dando origem a uma grande massa benigna no abdome.
CARÊNCIAS
1 - Escorbuto: é a deficiência da Vitamina C. O escorbuto provoca um transtorno no tecido conjuntivo produzindo hemorragias, especialmente ao redor das costelas e articulações, assim como rigidez nas partes traseiras com inflamação e hemorragia na planta das patas. Os principais sintomas são dificuldade para andar, perda de peso constante e pêlo sem brilho. Com o tempo aparecem articulações inflamadas e gengivas sangrando ao redor dos dentes soltos.
Reprodução Com dois a três meses de idade esse animal já está apto a se reproduzir, por isso, é conveniente separar os sexos na época da desmama. Para o macho, o ideal é iniciar a idade reprodutiva com oito meses de idade e para a fêmea a partir dos cinco meses.
O cio do porquinho-da-índia dura entre seis e onze dias. Quando ocorre o cruzamento, a fêmea entrará num período de gestação média de 68 dias. Quando os filhotes nascem (média de 2 a 3), a fêmea pode novamente entrar no cio em seis a oito horas após o parto. No período de gestação é muito importante tomar cuidado com as fêmeas, evitando o seu manuseio. Pode ocorrer ocasionalmente partos prematuros onde a fêmea venha a perder parte ou todos os filhotes. Isto pode ocorrer por vários fatores, veja a seguir alguns deles:
- número grande de animais na mesma gaiola;
- manipular muitas fêmeas gestantes;
- mudanças bruscas de temperatura;
- obesidade ou fraqueza;
- brigas, sustos ou transportes longos;
- cruzar fêmeas muito jovens;
- freqüência demasiada no acasalamento.
Outro
fator importante na reprodução é
a alimentação, que deve ser racional
e de acordo com as necessidades das fêmeas gestantes.
O
período de amamentação varia
entre dez a vinte dias e a desmama se dá entre
catorze e vinte e um dias.
Se
avaliarmos que uma fêmea possui apenas duas
mamas abdominais, quando o número de crias
é de dois, três ou quatro, a desmama
pode dar-se aos vinte dias, mas se o número
de filhotes dor maior, é conveniente deixá-los
com a mãe até mais ou menos trinta dias.
Mas, é importante não ultrapassar este
tempo, pois nessa idade os dentes dos filhotes já
estão em desenvolvimento, podendo machucar
as mamas da mãe.
Os
filhotes nascem, em média, com 75 a 100 gramas
e quando são desmamados pesam entre 200 e 250
gramas. Com oito ou nove meses eles alcançam
seu completo desenvolvimento atingindo 500 a 600 gramas.
Quando os animais são selecionados podem chegar
até 1,5 kg.
Esta
rapidez no crescimento é explicada principalmente
pela riqueza do leite que é rico em proteínas
e gorduras. Além do leite, os filhotes com
apenas três dias de vida já se alimentam
a base de vegetais, ricos em vitamina C
Nenhum comentário:
Postar um comentário